Visitantes online : 1370 sábado, 27 de agosto de 2016
27/08/2016 14:12
Aécio Neves e Michel Temer
Aécio Neves e Michel Temer


Michel Temer vai precisar de muitos jantares com Aécio Neves e os tucanos, que cada vez mais desconfiam das suas intenções. Passado o impeachment, com a efetivação no cargo, será uma nova fase para o governo Temer. Já está decidido o lançamento do programa "Cheque Reforma", que prevê ajuda de R$ 5 mil a famílias do Minha Casa, Minha Vida ou que recebem o Bolsa Família. Além disso o Palácio do Planalto decidiu que vai investir na imagem de Temer, que atualmente está lá embaixo. Fora isso há os reajustes a categorias, entre eles o aumento dos ministros do STF, que provoca efeito cascata nos estados. Por tudo isso transparece que Temer está de olho na eleição de 2018, embora jure todos os dias, e ninguém acredite, que não será candidato à reeleição. Se Temer não agir para valer pela reforma fiscal e não segurar os gastos do governo, o PSDB vai pular fora do governo. Nas rodas de políticos já se fala em prazo para os tucanos abandonarem Temer.

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27/08/2016 12:36
Flávio Bolsonaro é amparado por Carlos Osório (PSDB) e Jandira Feghali (PCdoB) durante o debate da Band Rio
Flávio Bolsonaro é amparado por Carlos Osório (PSDB) e Jandira Feghali (PCdoB) durante o debate da Band Rio


Tem um ditado muito antigo que diz que "o castigo vem a cavalo". Isso remonta à época em que o meio de transporte mais rápido era o cavalo. Hoje vivemos a época em que o castigo pode vir na velocidade de um clique e meia-dúzia de palavras nas redes sociais ou aplicativos de mensagens. E o candidato à Prefeitura do Rio, Flávio Bolsonaro sentiu isso na pele. No debate da Band Rio passou mal e saiu no meio, direto para o hospital. Mas em 2014, Flávio Bolsonaro ironizou Dilma num debate com Aécio dizendo que a única saída dela seria desmaiar. Ontem durante todo o dia internautas pegaram no pé de Bolsonaro pelo "apagão" no debate, dizendo que ele se faz de durão, mas não aguentou a pressão. O pai dele, Jair disse que o filho "deu uma brochada".


Reprodução da Veja online
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27/08/2016 11:14
Reprodução do Diário do Poder
Reprodução do Diário do Poder


O presidente do Supremo, ministro Ricardo Lewandowski teve ter tido um sobressalto quando ouviu a declaração de Renan Calheiros (PMDB-AL), na sessão de ontem, quando atacou a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). Ao responder à afirmação de Gleisi, que disse que o Senado não tinha moral para julgar Dilma, Renan deixou o STF mal. “Como uma senadora pode fazer uma declaração dessa? Exatamente, uma senadora que, há 30 dias, o presidente do Senado Federal conseguiu, no Supremo Tribunal Federal, desfazer o seu indiciamento e do seu esposo”, afirmou o presidente do Senado. Depois os assessores de Renan tentaram botar panos quentes, mas ficou o mal estar.

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27/08/2016 09:57
Reprodução do Globo online
Reprodução do Globo online


Líderes de vários partidos já conversam sobre a reforma política, que deverá ser discutida após as eleições municipais. Mas não pensem que a prioridade é atender aos anseios da sociedade. O prato principal da reforma é a costura de um "acordão" pelo qual todos os partidos seriam refundados. Na prática é uma anistia ampla, geral e irrestrita que passará uma borracha em todos os malfeitos. No momento PT, PMDB e PP estão sendo investigados. E assim todos seguem felizes e contentes. Vamos ver como será a reação da opinião pública ao "acordão".

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27/08/2016 08:35
Reprodução do G1
Reprodução do G1


Não houve tempo para ouvir todas as testemunhas na sexta-feira. Pouco depois das 23 horas, o presidente do STF, Ricardo Lewandowski suspendeu a sessão, que recomeçará daqui a pouco, às 10 horas. Como faltam duas testemunhas a sessão de hoje deve ir até ao meio da tarde. No domingo será dia de articulações políticas, inclusive com a ida de Lula a Brasília junto com ex-ministros de Dilma. E na segunda-feira será a vez de Dilma se defender no Senado quando ocorrerão manifestações no gramado do Congresso. O clima ontem acalmou no decorrer do dia, depois dos bate-bocas da manhã. Mas na segunda-feira a temperatura certamente vai esquentar muito no Senado com a presença de Dilma.

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26/08/2016 18:02
Manchetes de O Dia e Folha de S. Paulo
Manchetes de O Dia e Folha de S. Paulo


Uma das linhas de defesa da presidente afastada, Dilma Rousseff perante o Senado afirma que "o impeachment é preço pago por não barrar a Lava Jato". Nada poderia estar tão distante da realidade. Na mesma linha de se desviar dos fatos, Eduardo Cunha vai enviar carta personalizada aos 512 deputados onde dirá que "é vítima de injustiça" e que o processo da sua cassação "é preço pago por ter comandado o impeachment na Câmara". É claro que ambos estão equivocados. São justificativas que lhes convêm, mas que não retratam nada do que aconteceu.

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26/08/2016 16:55
Reprodução do Extra online
Reprodução do Extra online


Ontem o secretário Beltrame reapareceu em entrevista ao RJ TV, comemorando a redução de homicídios durante a Olimpíada. Era elementar que isso aconteceria, afinal o Rio de Janeiro recebeu reforço de 23 mil soldados e agentes federais. Mas não comentou os dados revelados hoje pelo jornal Extra, que revelam que no período da Olimpíada o número de assaltos cresceu 44% em relação ao mesmo período do ano passado. Ou seja, fora do perímetro olímpico a redução do policiamento nas ruas fez a festa dos bandidos. Os tiroteios e assassinatos se repetem todos os dias. A situação está completamente sem controle, mas Beltrame anunciou que permanece no cargo até o final do ano. E como Dornelles é uma figura nula no comando do Estado, Beltrame continuará, enquanto a violência cresce a cada dia para desespero da população.

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26/08/2016 15:34
Reprodução do Globo online
Reprodução do Globo online


Esse relato aí de cima retrata o nível rasteiro a que chegaram os debates, na verdade uma guerra verbal, que está quase chegando às vias de fato. Ontem entre Lindbergh Farias e Ronaldo Caiado, e hoje entre, pasmem, Renan Calheiros e Lindbergh. As ofensas pessoais viraram uma arma no julgamento de Dilma. O presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski tem que suspender a sessão a toda a hora, deve estar com saudados das sessões com os ministros do Supremo. Os embates do STF parecem briga de jardim de infância perto do engalfinhamento que estamos assistindo no Senado. Vocês já imaginaram, no clima de guerra que se instalou, na segunda-feira com Dilma enfrentando os senadores? Do jeito que as coisas vão, sei não, mas vai terminar mal.

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26/08/2016 14:22
Reprodução da Veja online
Reprodução da Veja online


A Polícia Federal indiciou hoje Lula e Dona Marisa no inquérito sobre o triplex do Guarujá. Lula foi indiciado pelos crimes de corrupção passiva, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Já dona Marisa, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. É mais um baque no momento em que Dilma se aproxima do impeachment. E é um componente a mais, que certamente vai reverberar no Senado, nos acalorados debates entre os pró e contra o impeachment. Aliás, daqui a pouco vou abordar essa guerra que vem sendo travada no Senado.

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26/08/2016 12:45


A pesquisa do Datafolha confirmou a pesquisa do Ibope, mas colocando Marcelo Crivella com um ponto percentual a mais, e Marcelo Freixo com um a menos. No Ibope Crivella tem uma vantagem de 15 pontos percentuais, no Datafolha a diferença é maior, 17 pontos. Flávio Bolsonaro aparece no Datafolha com dois pontos a menos e Pedro Paulo com um ponto percentual a menos.

Quanto à rejeição (vejam resultado abaixo), Crivella no Datafolha tem apenas 22%, bem diferente do Ibope que lhe atribuiu 35%. E Pedro Paulo aparece liderando a rejeição.





Para vocês poderem comparar, abaixo reproduzo a pesquisa do Ibope divulgada esta semana.




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26/08/2016 11:38
Imagens da TV Senado
Imagens da TV Senado


A sessão de hoje do julgamento de Dilma começou ainda mais quente com mais um bate-boca entre Lindbergh Farias (PT-RJ) e Ronaldo Caiado (DEM-GO), além de discussões entre os senadores pró e contra impeachment, que obrigaram o ministro Ricardo Lewandowski a suspender a sessão duas vezes. Na volta, eis que de repente, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) decide descer para o microfone do plenário para pedir calma, mas acabou atacando a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e incendiou o plenário. Renan queria apagar o princípio de incêndio, mas jogou foi gasolina na fogueira. Faltou pouco para Lindbergh e Renan se atracarem, a "turma do deixa disso" teve que intervir. Nesse clima, às 11h15, o ministro Lewandowski decidiu interromper a sessão até 13 horas. O Senado está pegando fogo.

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26/08/2016 10:32
Cesar Maia; abaixo reprodução de O Dia online
Cesar Maia; abaixo reprodução de O Dia online


Na verdade Cesar Maia foi condenado por ter contratado o escritório de advocacia do cunhado (já falecido), sem licitação, para defendê-lo como prefeito do Rio de Janeiro. É claro que os advogados vão entrar com pedido de efeito suspensivo para que ele possa continuar com o mandato até o recurso, e manter a candidatura à reeleição como vereador. Mas complica sua candidatura. Maia se elegeu vereador em 2012 com apenas 44 mil votos, uma votação muito baixa para quem foi três vezes prefeito do Rio. Mas como o DEM não tem nenhum candidato forte, Cesar Maia deve se reeleger, ainda que com uma votação menor.


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26/08/2016 09:37
Debate da Band Rio
Debate da Band Rio


O Rio colorido de conto de fadas que Eduardo Paes e Pedro Paulo gostam de apregoar foi desmascarado pelos demais candidatos no primeiro debate entre os prefeitáveis, transmitido pela Band Rio. Aliás, Pedro Paulo estava visivelmente tenso. E teve que encarar o caso das agressões à ex-mulher, que foi levantado por Jandira Feghali. Por outro lado Marcelo Crivella mostrou tranquilidade e saiu-se bem. E Flávio Bolsonaro não aguentou o rojão, passou mal e foi parar no hospital. Mas para quem não teve oportunidade de acompanhar, abaixo tem o link para assistir o debate.


Clique aqui e assista o debate na íntegra



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26/08/2016 08:52
Reprodução do Globo online
Reprodução do Globo online


Na sessão de ontem que terminou já na madrugada de hoje foram ouvidas duas testemunhas de defesa. Hoje começam a ser ouvidas as seis testemunhas de acusação, o que só vai terminar no sábado. Mesmo sendo depoimentos técnicos houve muito bate-boca entre os senadores, com a "tropa de choque" de Dilma fazendo muito barulho. Mas o ponto de ebulição do julgamento só acontecerá na segunda-feira quando Dilma irá se defender e responder perguntas dos senadores. Nesse dia vão ocorrer manifestações no gramado do Congresso, que já está dividido com grades para os manifestantes pró e contra o impeachment ficarem afastados.

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25/08/2016 17:44
Lula e Dilma
Lula e Dilma


Lula nunca escondeu em conversas com políticos que culpa Dilma pelo PT ter sido apeado do poder. Se queixava que ela não ouvia ninguém, nem a ele, e por isso se isolou politicamente e acabou afastada. Lula ainda tentou articular uma reação, mas parou pelo caminho quando percebeu que não havia mais chance de volta. O PT anteontem, extraoficialmente, rompeu com Dilma quando a cúpula do partido se negou a aprovar um documento defendendo a proposta dela sobre a realização de um plebiscito sobre novas eleições, além de incentivar manifestações contra o impeachment. Seguiu a posição do presidente do partido, Rui Falcão que já havia se manifestado contrário à proposta de Dilma. Notem que hoje, quando está começando o julgamento, nem Lula, nem Rui Falcão, nem parlamentares foram ao Palácio da Alvorada prestar solidariedade a Dilma, o que ocorreria fatalmente em outra situação. Para Lula e o PT, Dilma já era, e ela sabe que foi abandonada.

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25/08/2016 16:31
Manchete do Estadão
Manchete do Estadão


O presidente Michel Temer decidiu que não subirá em nenhum palanque eleitoral, nem do PMDB. A decisão foi tomada, obviamente, depois da leituras das últimas pesquisas, onde seu índice de reprovação só é um pouco melhor do que Dilma, na época em que foi afastada. Então teremos uma eleição peculiar em que nem o presidente da atualidade, nem o anterior (no caso Dilma) não servirão como cabos eleitorais. A avaliação é que hoje estar ao lado de Temer tira mais votos do que agrega. Isso pode até mudar, mas não há tempo hábil até o dia 2 de outubro para esse cenário ser revertido.

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25/08/2016 15:29
Reprodução do Globo online
Reprodução do Globo online


O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, que seria uma espécie de primeiro-ministro de Temer, garantiu que não haverá aumento de impostos. Mas o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles vem com um discurso diferente, segundo ele, "hipótese de o governo aumentar impostos temporariamente para reequilibrar as contas públicas não deve ser descartada". Tem político que suspeita que o governo vai esperar passar as eleições municipais para vir com uma proposta de aumento de impostos. Vamos aguardar.

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25/08/2016 14:36
Reprodução da Folha de S. Paulo
Reprodução da Folha de S. Paulo


Antigamente a estrela vermelha era destaque em todas as propagandas eleitorais do PT. Mas hoje a maioria dos candidatos tenta esconder a estrela de todas as formas, vide o exemplo do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. Num olhar rápido na propaganda de Haddad nem dá para perceber a estrela, que deixou de ser vermelha, ficou branca e escondida dentro do número 13. São os petistas envergonhados. Por isso muitos candidatos estão abrindo mão até de ter Lula no palanque, Dilma então, nem se fala.

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25/08/2016 13:11
Reprodução do G1
Reprodução do G1


Depois de três horas e meia de sessão até agora nenhuma das 4 testemunhas, marcadas para hoje, ainda foi ouvida. Os senadores passaram o tempo todo discutindo questões de ordem e houve bate-boca depois que a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) disse que metade do Senado não tem moral para julgar Dilma. A "tropa de choque" de Dilma formada pelos senadores petistas Gleisi, Lindbergh Farias (RJ) e Fátima Bezerra (RN), além de Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), continua tentando de todas as formar protelar o julgamento e irritando a maioria dos senadores. O presidente do STF, Ricardo Lewandowski suspendeu a sessão para acalmar os ânimos, mas a temperatura ainda vai subir muito. O julgamento recomeça às 14 horas.

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25/08/2016 11:51
Reprodução do jornal Metro
Reprodução do jornal Metro


Sem Marcelo Freixo (PSOL) e os candidatos dos chamados partidos nanicos acontecerá hoje o primeiro debate entre os candidatos a prefeito do Rio. A bem da verdade, pelo horário e pela falta de engajamento da opinião pública com a campanha eleitoral, a audiência será fraca. Mas o que acontecer no debate vai reverberar nas redes sociais e será usado no horário eleitoral, que terá início amanhã. Será uma oportunidade para quem assistir começar a se posicionar sobre o voto, acompanhando as propostas e analisando as posturas dos candidatos.

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