Blog do Garotinho
Visitantes online : 1240 terça-feira, 3 de março de 2015
03/03/2015 20:53
Reprodução da Folha de S. Paulo online
Reprodução da Folha de S. Paulo online


A lista foi protocolada às 20h11m no STF. Os nomes ainda estão sob sigilo até uma decisão do ministro Teori Zavascki. O MPF apresentou também pedido para que seja retirado o sigilo. Imagino a esta hora as redações de jornais em polvorosa tentando confirmar os nomes da lista.

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03/03/2015 19:57
Reprodução do Globo online
Reprodução do Globo online


Bem, até agora às 20h não havia nenhuma notícia da chegada do Procurador Geral da República, Rodrigo Janot ao Supremo Tribunal Federal para entregar a lista com os pedidos de investigação de políticos. Pode ser hoje ou até amanhã. Porém, segundo todos os principais sites de notícias, Renan Calheiros e Eduardo Cunha teriam sido avisados na sexta-feira que estão na lista de Janot. A se confirmar a informação o Poder Legislativo viverá uma situação sui generis com os presidentes da Câmara e do Senado sendo investigados sob suspeita de recebimento de propinas do Petrolão.

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03/03/2015 16:57
Órgão Especial do TJ - RJ reúne-se no próximo dia 9 para decidir sobre pedido de empréstimo do Pezão
Órgão Especial do TJ - RJ reúne-se no próximo dia 9 para decidir sobre pedido de empréstimo do Pezão


Está nas mãos do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidir sobre uma questão da maior gravidade para os contribuintes do Estado do Rio de Janeiro. Foi sábia a posição do novo presidente do TJ, desembargador Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho de transferir a tomada de decisão sobre o empréstimo pedido por Pezão para os 25 desembargadores que compõem o Órgão Especial, diferente da ex-presidente, desembargadora Leila Mariano, que em 2013 assumiu para si a responsabilidade de repassar ao ex-governador Sérgio Cabral 25% dos recursos dos depósitos judiciais que formam o Fundo Judiciário.

Agora Pezão quer 45% do que sobrou, algo em torno de R$ 7,5 bilhões. Vamos explicar a vocês o que são depósitos judiciais. São recursos provenientes de ações de terceiros, gente do povo, cuja Justiça é apenas guardiã desse dinheiro para em caso de decisão repassá-los a quem vencer a demanda judicial. Pode a Justiça transferir ao Governo do Estado um dinheiro que não lhe pertence? É no mínimo questionável. Claro que num país como o Brasil, tudo é possível, mas é preciso ressalvar e a reafirmar que a Justiça não é dona desse dinheiro, apenas é fiel depositária de uma demanda judicial para entregar o dinheiro a vencedor da contenda. Em 2013, o governador Sérgio Cabral não saldou os 25% que sacou dos depósitos judiciais, que equivalem R$ 3,7 bilhões. Agora Pezão quer sacar os outros 45% restantes, que equivalem a R$ 7,5 bilhões. Volto à pergunta: quem autoriza a Justiça a ceder ao Estado um dinheiro que não lhe pertence? Mesmo com a Assembleia Legislativa dando autorização para o Judiciário cometer essa ilegalidade ocorrida em 2013, a matéria é extremamente complexa. O Tribunal do Rio está diante de uma nova decisão, que pode macular a imagem de toda a Justiça do nosso estado. Qual a garantia que os depósitos judiciais retirados voltarão se até hoje o empréstimo de 2013 não foi pago?

O Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, através de uma ação de inconstitucionalidade nº 5072, já levou o caso ao Supremo, está pendente de julgamento. Correrá o risco o órgão máximo do TJ - RJ de repassar esses recursos ao Estado sem segurança jurídica? No entender da Procuradoria Geral da República o pleito do Estado trata-se de matéria inconstitucional e possível confisco de dinheiro alheio. Por isso me manifesto publicamente em sentido contrário a essa aberração proposta pelo governador Pezão, e que esperamos que em nome da lei seja rechaçada pelos desembargadores do TJ - RJ. A farra que levou o Estado à situação de penúria em que está hoje, não pode ser sanada confiscando na mão grande o dinheiro que pertence a cidadãos que não foram responsáveis pela falência a que chegou o Estado do Rio de Janeiro, provocada por Cabral e Pezão.

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03/03/2015 12:03
Reprodução do Radar online, da Veja
Reprodução do Radar online, da Veja


Pezão anda incomodado com Beltrame, mas não tem coragem de o demitir. Beltrame, desde o ano passado que fala nos bastidores em sair, mas se apegou ao cargo. Porém como não há dinheiro para nada, não me surpreenderia se Beltrame for mais um a pular fora do barco de Pezão dentro de pouco tempo.

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03/03/2015 11:18
Reprodução de O Dia online
Reprodução de O Dia online


A partir de abril teremos novo aumento da passagem de metrô, que será maior para os trabalhadores que usam o Bilhete Único, porque Pezão cortou o subsídio porque não tem mais dinheiro. Esse é o momento esplendoroso que Pezão na campanha dizia que o Estado do Rio está vivendo. A cada dia um corte que atinge em cheio a população. Só não corta a verba da Globo, nem os incentivos fiscais para os empresários amigos. Aliás, o jornal O Dia vem diariamente mostrando a crise financeira do Estado ao contrário do Globo, que continua fingindo que está tudo uma maravilha.

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03/03/2015 09:52
Reprodução de O Dia online
Reprodução de O Dia online


Que vergonha! O traficante Playboy, hoje o mais procurado do Rio de Janeiro, que domina a região de Costa Barros e adjacências, fez um festão que durou o final de semana inteiro, com tenda de circo, bebida à vontade, centenas de convidados. Todo mundo na região sabia, e claro, a polícia tomou conhecimento. A pergunta que fica é por que nem a Polícia Civil, nem a Polícia Militar apareceram para tentar prender Playboy? Está aí uma pergunta para Beltrame responder.

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03/03/2015 09:01
Reprodução do Globo online
Reprodução do Globo online


Eduardo Paes concedeu a Pezão uma medalha pela sua contribuição relevante para o desenvolvimento da cidade do Rio de Janeiro. Está aí um exemplo de "contribuição relevante". Pezão não tem dinheiro para pagar mais os barcos que recolhem lixo da Baía de Guanabara e as ecobarreiras, que impediam o lixo de ir para o meio da baía foram reduzidas à metade e não têm mais o acompanhamento necessário. É o presente de Pezão nos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro.

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03/03/2015 08:32
Reprodução do Brasil 247
Reprodução do Brasil 247


O Procurador Geral da República, Rodrigo Janot deve entregar hoje ao STF a lista de políticos a serem investigados por envolvimento no Petrolão. A tensão está no ar. Muita gente nem deve ter dormido de ontem para hoje. Segundo informações da imprensa, Eduardo Cunha está com "os nervos à flor da pele", mas não é só ele. A verdade é que muitos políticos estão hoje como os estudantes que aguardam a lista de aprovados no vestibular ou no ENEM, a diferença é que não querem ver o seus nomes nessa malfadada lista. Enfim, o Brasil vai conhecer a lista do Petrolão.


Reprodução do Radar online, da Veja
Reprodução do Radar online, da Veja


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02/03/2015 17:08
Reprodução da Folha de S. Paulo online; ao lado, Eduardo Cunha
Reprodução da Folha de S. Paulo online; ao lado, Eduardo Cunha


Cunha achou que com o Petrolão nas manchetes conseguiria que a concessão de passagens aos cônjuges de deputados não provocaria muito alarde. Quebrou a cara, virou a principal manchete do dia seguinte à aprovação e provocou uma chiadeira geral nas redes sociais. Hoje anunciou que na reunião de amanhã da Mesa Diretora da Câmara a decisão será revogada. Melhor assim.

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02/03/2015 14:38
Reproduções do Globo online e da Veja online
Reproduções do Globo online e da Veja online


Só na obra do COMPERJ, em Itaboraí, as empresas contratadas pela PETROBRAS arrancaram aditivos de R$ 404 milhões, sob o pretexto de que choveu. E olha que não foi registrada desde o início das obras nenhuma enchente que justificasse aumento dos contratos. E agora muitas dessas empresas envolvidas na Operação Lava Jato querem socorro financeiro do BNDES e verbas milionárias para novos projetos.

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02/03/2015 13:15
Eduardo Cunha; ao lado nota da coluna de Elio Gaspari
Eduardo Cunha; ao lado nota da coluna de Elio Gaspari


Vamos à história para todos entenderem a nota do jornalista Elio Gaspari. Hoje os ministros do Supremo Tribunal Federal quando chegam aos 70 anos têm obrigatoriamente que se aposentar e deixar o cargo. Agora na atual gestão da Presidente Dilma cinco ministros vão atingir 70 anos, logo ela terá que nomear outros cinco nomes. Porém existe a PEC da Bengala que foi aprovada no Senado e passa a aposentadoria compulsória para 75 anos, falta ser votada na Câmara. Caso seja aprovada os atuais ministros permanecerão nos cargos. Por isso dá para entender a proposta do PMDB ao Palácio do Planalto. Se Dilma topasse que dois dos cinco ministros a serem nomeados - se atual regra permanecer - fossem indicados pelo PMDB, o presidente da Câmara seguraria a PEC da Bengala e não a levaria a votação. Cabe a Cunha decidir o que vai ou não a votação. Vejam a que ponto chegou o PMDB. Queria cargos de ministro no STF. Inacreditável!

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02/03/2015 11:43
Temporal em Brasília
Temporal em Brasília


"É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol...

... São as águas de março fechando o verão"

Tom Jobim



As águas de março na política brasileira prometem um temporal na política brasileira. Esta semana tem a tão esperada lista do Petrolão e o início dos trabalhos da CPI da PETROBRAS. Além disso - provavelmente - teremos no Senado a CPI do SwissLeaks. No dia 13, o PT vai para as ruas defender o governo Dilma. Dois dias depois será a vez da oposição fazer manifestações contra o governo. Como diria Roberto Carlos serão "tantas emoções"!

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02/03/2015 10:49
Notas da coluna Extra, Extra!; ao lado, Pezão
Notas da coluna Extra, Extra!; ao lado, Pezão


Vocês lembram que no governo Cabral começou a farra de incentivos fiscais, alguns completamente absurdos, como para o cabeleireiro da Primeira-Dama, para termas, motel e loja de vinhos importados, entre tantas outras. Empresários amigos de Cabral e Pezão fizeram a festa, ganharam incentivos fiscais milionários. Esse é um dos motivos do rombo nas contas estaduais. E até hoje continua fechada essa caixa-preta. O governo jamais divulgou a lista completa dos incentivos fiscais. Aliás, depois foi fazer uma postagem sobre o papel da ALERJ nessa farra dos incentivos fiscais. Pezão foi avisado pelo seu secretário de Fazenda, que pediu demissão no primeiro mês de governo, que não dá para continuar abrindo mão de arrecadação concedendo incentivos fiscais. Mas Pezão não quis saber, aos amigos tudo, quanto ao Estado, ora, depois vê como é que fica. É uma irresponsabilidade sem tamanho.

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02/03/2015 09:45
Reprodução do Brasil 247
Reprodução do Brasil 247


Ora, mas Eduardo Cunha esperava o quê? Desde as primeira listas que a imprensa divulgou sobre políticos envolvidos no Petrolão seu nome já estava lá, além de ter sido um dos maiores beneficiários de doações eleitorais de empreiteiras pegas na Operação Lava Jato. Surpresa será se seu nome não estiver na lista que o MPF vai entregar ao Supremo Tribunal Federal. E agora quer vingança contra o governo? Ele queria o quê? Que o governo tentasse interferir na investigação da Lava Jato para protegê-lo?

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02/03/2015 09:23
Reprodução de O Dia online
Reprodução de O Dia online


Esse caso mostra o quanto o governador Pezão está à deriva. É inacreditável uma irresponsabilidade como essa no momento em que está de pires na mão, implorando por um empréstimo do Fundo Judiciário para ter dinheiro para pagar aposentados. Não é à toa que o seu secretário de Fazenda, Sérgio Ruy Barbosa pulou fora do barco um mês após a posse. O Estado não tem dinheiro nem para a merenda nas escolas, mas gasta em apenas dois meses R$ 3,7 milhões para alugar vagas de garagem no Centro para o primeiro escalão e assessores de confiança. O mais preocupante é que isso mostra o despreparo de Pezão para enfrentar a crise, que diga-se de passagem foi criada por ele e Cabral. Desse jeito o naufrágio vai acontecer antes do previsto.

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01/03/2015 13:19


Todos sabem que sou campista e adoro minha Campos dos Goytacazes, mas o Rio de Janeiro também mora no meu coração. Cheguei ao Rio de Janeiro em 1993, após ter sido prefeito de Campos pela primeira vez, para trabalhar na Rádio Tupi e aluguei um apartamento na Rua Joaquim Nabuco, em Copacabana. Foi ali que começou minha relação de amor com o povo do Rio de Janeiro, suas pessoas calorosas, que me receberam de braços abertos, e que viriam a me eleger governador do Rio de Janeiro, e depois a Rosinha. O Rio de Janeiro realmente merece ser chamado de Cidade Maravilhosa, é uma cidade abençoada por Deus.

Só lamento que tirando as festas, a comemoração dos 450 anos não seja maior. A cidade do Rio de Janeiro jogou fora uma oportunidade única na história de passar por uma transformação profunda, que resultasse na melhora da vida de todos os cariocas. Tivemos a Copa de Mundo, agora vêm aí as Olimpíadas com investimentos bilionários do governo federal. Mas todos viram as centenas de milhões de reais desviados em obras superfaturadas, as negociatas imobiliárias milionárias, que atenderam muito mais às construtoras do que à vocação urbana do Rio. É uma pena, mas apesar disso o Rio de Janeiro continua lindo. Parabéns Rio de Janeiro!

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01/03/2015 11:07
Reproduções do Globo online e do Brasil 247
Reproduções do Globo online e do Brasil 247


Na França já tem gente sendo julgada pelas contas secretas no HSBC da Suíça, o escândalo conhecido como SwissLeaks. Em Portugal, o governo mandou ampliar as investigações. Aqui no Brasil, ontem o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo anunciou que determinou à Polícia Federal a abertura de inquérito. A questão é que há 8.667 brasileiros com contas no HSBC da Suíça. Podemos deduzir que a grande maioria não deve ter declarado o dinheiro à Receita Federal. Logo a PF terá que investigar alguns milhares de cidadãos brasileiros. Deve estipular um patamar acima do qual os depósitos serão investigados, por exemplo quem tem mais de US$ 1 milhão, ou outro valor acima. É aí que ficam algumas perguntas no ar. Todos serão investigados ou só alguns? Qual vai ser o critério? A Polícia Federal terá liberdade para investigar seja qual for o sobrenome?

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01/03/2015 09:05
Reprodução do Radar online, da Veja
Reprodução do Radar online, da Veja


Uma coisa que me deixa perplexo é essa ânsia dos petistas do Rio em entrarem no governo Pezão ganhando de volta pelo menos uma das duas secretarias que ocuparam no governo Cabral. Todo mundo político sabe que o Estado está quebrado, não tem dinheiro para nada, muito mal para as despesas de custeio. O PT sabe que se ganhar uma secretaria não terá dinheiro para investir em nada, não poderá desenvolver um único projeto. Mas assim mesmo querem, de qualquer maneira, embarcar no navio que está naufragando. Nem os prefeitos do PT poderão receber ajuda porque Pezão não tem dinheiro. De onde se conclui que é tudo para garantir algumas boquinhas.

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01/03/2015 08:40


O Procurador Rodrigo Janot já disse que pretende entregar a lista dos políticos e autoridades envolvidos no Petrolão na terça-feira, no máximo na quarta. Janot também informou que pretende comunicar pessoalmente a cada um dos envolvidos, antes que a lista oficial seja divulgada. Por isso, como mostra o jornal Estado de S. Paulo, muitos políticos estressados ficam perguntando se algum colega já foi avisado pelo MPF. Há rumores de que nos últimos dias outros nomes teriam sido incluídos na lista. São muitas as especulações, a única coisa certa mesmo é que uma tempestade vai atingir Brasília e vários estados. E claro, muita gente está à base de calmantes enquanto a lista não vem. Está chegando a hora do Brasil saber quem são os envolvidos no Petrolão.


Reprodução do Estadão online
Reprodução do Estadão online


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28/02/2015 16:01
Reprodução do Radar online, da Veja
Reprodução do Radar online, da Veja


Tenho alertado desde a campanha eleitoral para a falência do Estado provocada pela irresponsabilidade de Sérgio Cabral e Pezão. Mas a notícia de hoje publicada no Radar online, da Veja mostra que a situação é mais grave do que podíamos imaginar. Desde dezembro, Pezão não repassa aos bancos o dinheiro que recolhe na folha de pagamentos dos servidores que tomam empréstimos consignados. A conta até agora chega a R$ 450 milhões de apropriação indébita do dinheiro dos funcionários que autorizaram desconto em folha. Há poucos dias me passaram essa informação, e segundo o advogado que me deu a notícia, os bancos estão querendo mover uma ação coletiva contra o Governo do Estado.

O erro fatal de Pezão foi durante a campanha eleitoral deixar transparecer que Cabral foi um grande gestor, quando na verdade sua ações levaram o Estado a uma situação jamais vista. Hoje o Estado tem para o orçamento deste ano a previsão de um déficit primário (excluindo o pagamento de juros da dívida) de R$ 10 bilhões, mas que deve ser maior. Tem uma dívida bancária em torno de R$ 90 bilhões. Tem dívida reconhecida com fornecedores e empreiteiras mais de R$ 6 bilhões, fora outros R$ 7 bilhões que foram contraídos sem papel. Além de tudo isso o Estado tem tentado buscar recursos em depósitos de judiciais para arcar com a folha de pagamento. A situação é tão dramática, que Pezão está tomando na mão grande o dinheiro descontado dos servidores para pagarem crédito consignado.

Por que disse no início que foi um erro fatal de Pezão? Daqui a alguns meses quando inevitavelmente terá que mudar o calendário de pagamento a culpa será toda sua, ninguém lembrará mais de Cabral. Esse ficará para a história pela palavra de Pezão como "um grande estadista", quando na verdade enterrou as finanças do Estado no buraco mais profundo da sua história. Pezão ainda tem tempo, mas tem que ser agora, de falar toda a verdade sobre a situação do Estado do Rio de Janeiro.

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