Visitantes online : 616 sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
08/12/2016 17:30


A direção nacional da OAB, através de seu presidente Claudio Lamachia, do procurador nacional de Defesa das Prerrogativas, Roberto Charles de Menezes Dias, e outros conselheiros nacionais, além da seção do Rio de Janeiro, presidida por Felipe Santa Cruz, apresentaram reclamação disciplinar contra o juiz de Direito, Glaucenir de Oliveira junto ao Corregedor Nacional do CNJ, João Otávio de Noronha. O motivo é a grave violação à prerrogativa dos advogados no exercício da profissão, como poderão ver na documentação abaixo.




Clicando no link abaixo poderão ver a íntegra da representação da OAB.

Leia a Reclamação Disciplinar na íntegra

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08/12/2016 16:40
Reproduções do Facebook
Reproduções do Facebook


O presidente da ALERJ, Jorge Picciani antecipou do dia 15 para a próxima segunda-feira (12) a votação dos dois projetos do pacote de maldades de Pezão que mais interferem na vida dos servidores estaduais. Um é o projeto que aumenta a contribuição previdenciária de 11% para 14%, o outro propõe que todos os aumentos aprovados para várias categorias, que deveriam ser concedidos no próximo ano, sejam adiados para 2020. Os servidores já marcaram nova manifestação. O Batalhão de Choque está requisitando bombas de gás e de efeito moral a todos os batalhões da PM. O clima é o pior possível, e claro, existe a preocupação com infiltrados no movimento do funcionalismo que têm o objetivo de jogar a população contra a luta justa dos servidores. Só espero que as imediações da ALERJ não se transformem novamente em praça de guerra.

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08/12/2016 15:25
Texto reproduzido de O Dia
Texto reproduzido de O Dia


Essa história é no mínimo estranha. Eike Batista diz que pagou R$ 1 milhão ao escritório de Adriana Ancelmo porque estava pleiteando um financiamento de R$ 500 milhões da Caixa Econômica Federal para um empreendimento imobiliário. Por acaso o escritório de Adriana Ancelmo era agente credenciado da Caixa para financiamentos imobiliários? E agentes credenciados da Caixa não fazem negócios desse porte. A ser verdade essa história vale a pena investigar, mas que tem coisa estranha, lá isso tem.

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08/12/2016 13:34
Reprodução do Globo online
Reprodução do Globo online


Sem alternativa, Pezão se viu obrigado a sancionar o projeto aprovado na ALERJ que limita os gastos de publicidade a 0,01% do orçamento anual. Para vocês terem uma ideia, no ano passado, mesmo com a crise instalada no Estado, Pezão gastou R$ 68 milhões. Para o ano que vem como o orçamento do Estado deve ficar em torno de R$ 60 bilhões, isso significa que só poderá gastar ao longo do ano R$ 6 milhões. Ou seja, não terá mais dinheiro para comprar a blindagem da mídia, nem mesmo da Globo. Podem apostar que a mídia de todo o estado não vai mais poupar Pezão. Acabou o milho, acabou a pipoca, ou melhor, acabou a blindagem.

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08/12/2016 12:39
Reprodução do Extra
Reprodução do Extra


Centenas de policiais militares e agentes da Força Nacional de Segurança cercam a ALERJ para evitar invasões nas manifestações dos servidores. O Governo do Estado não tem dinheiro para fornecer a alimentação, por isso ficou acertado que a Assembleia Legislativa assumiria a responsabilidade. Agora vejam a quentinha que é fornecida aos policiais. Um monte de arroz, sem feijão e meia-dúzia de pedacinhos de frango e linguiça. Uma humilhação. Será que Jorge Picciani comeria essa quentinha? Agora pasmem, a ALERJ paga por cada uma dessas quentinhas muquiranas R$ 15,80. Isso não vale nem R$ 10. É uma indecência!

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08/12/2016 11:04
Rei Arthur (Facility), Sérgio Côrtes comendo pizza em Paris, e Regis Fichtner
Rei Arthur (Facility), Sérgio Côrtes comendo pizza em Paris, e Regis Fichtner


Vocês que acompanham o blog sabem que pelo menos há 10 anos, venho denunciando a “organização criminosa” que se instalou no Governo do Estado sob o comando de Sérgio Cabral. Nós fornecemos número de contas de dinheiro no exterior, publicamos fotos, identificamos os “laranjas”, denunciamos o superfaturamento de obras e serviços e os respectivos empresários beneficiados. Repito: isso há quase 10 anos. E vínhamos alertando, como fiz durante a campanha eleitoral para o governo estadual que a consequência disso tudo seria a falência do Estado. Parabéns ao Ministério Público Federal que resolveu cumprir o papel que caberia a outras instituições. O que me intriga é o rol de presos até agora.

Como pode Arthur Cesar de Menezes Soares Filho, o Rei Arthur, do Grupo Facility, não estar preso até agora?

Como podem os irmãos Côrtes, que exportaram a corrupção do Rio para outros estados e, através de Bruce Wood, abriram dezenas de offshores para Sérgio Cabral no exterior, ainda não estarem presos?

Como é possível que Regis Fichtner, que provocou um prejuízo milionário no Estado com o escândalo dos precatórios, boa parte com Adriana Ancelmo ainda esteja livre?

Será que a investigação se restringirá ao Poder Executivo ou chegará aos tentáculos em outros poderes?

Não creio que esteja havendo seletividade, escolha de quem deve ou não ser investigado. O fato é que a prisão de Cabral, Adriana Ancelmo, Wilson Carlos e alguns outros é só a ponta do iceberg. Nossa denúncia encaminhada à Procuradoria Geral da República pede a quebra do sigilo bancário, fiscal e telefônico de 107 pessoas e empresas, isso porque procurei ser bem econômico e objetivo nos fatos.

Não envolver diretamente Pezão eu até entendo como uma estratégia da Procuradoria da República no Rio para não atrair a competência para o caso do STJ, já que como governador teria foro privilegiado. Mas declarar que Pezão é inocente é achar que ninguém raciocina neste estado. Hudson Braga, o Braguinha, que está preso, é velho amigo de Pezão, sua origem é Volta Redonda, onde foi posto para fora da prefeitura de Antônio Neto como ladrão. Braguinha sempre foi o “homem da mala” de Pezão, que, aliás, era o secretário de Obras até 2010 e depois passou a ser secretário-executivo. Não vou entrar nos detalhes das maracutaias de Pezão, porque repito, entendo a estratégia da Procuradoria no Rio. Mas quanto a outros envolvidos na roubalheira que quebrou o Estado e que não têm foro em Brasília não dá para entender por que não estão fazendo companhia a Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo. Espero que seja só por enquanto...

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08/12/2016 10:08
Reprodução da Folha de S. Paulo
Reprodução da Folha de S. Paulo


O MPF chegou ao Rei Arthur na Operação Calicute. Descobriu que o poderoso empresário Arthur Cesar de Menezes Soares Filho, dono do grupo Facility, que mudou o nome para Prol, repassou R$ 1,7 milhão para Adriana Ancelmo e Carlos Emanuel Miranda, o Avestruz, principal laranja de Cabral. Mas isso não passa de troco. O grosso do dinheiro repassado pelo Rei Arthur a Sérgio Cabral está nos Estados Unidos. Aliás, em breve farei novas revelações sobre o esquema Cabral - Rei Arthur. No governo Cabral o grupo Facility embolsou R$ 2,8 bilhões do governo estadual.

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08/12/2016 08:57
Reprodução da Veja
Reprodução da Veja


Por 6 votos a 3, o Supremo decidiu manter Renan Calheiros no cargo de presidente do Senado. Renan chamou a decisão de "patriótica", mas foi uma decisão política. De qualquer forma Renan está terminando o seu mandato de presidente do Senado. No final da próxima semana a Casa entra em recesso e no retorno ao trabalho em fevereiro será eleito o novo presidente, que tudo indica será Eunício Oliveira (PMDB-CE). Mas Renan abriu um precedente perigoso ao se recusar a cumprir decisão de um ministro do STF. Mas quem comemorou também foi o Palácio do Planalto que não terá que negociar com o "inimigo", no caso o senador Jorge Viana (PT-AC), que assumiria a presidência do Senado no caso de ter sido confirmado o afastamento de Renan.

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07/12/2016 20:04
Reprodução do site Consultor Jurídico
Reprodução do site Consultor Jurídico


Essa é apenas uma das ilegalidades praticadas pelo juiz Glaucenir de Oliveira. Meus advogados também entraram com ação contra o juiz no Conselho Nacional de Justiça.

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07/12/2016 17:59
Reprodução do G1
Reprodução do G1


Sérgio Cabral, Adriana Ancelmo, Wilson Carlos, Braguinha, Avestruz e mais oito viraram réus na Operação Calicute. Ontem o ministro Luis Felipe Salomão, do STJ, negou o pedido de Cabral para anular o inquérito. E hoje na coletiva dos procuradores da Operação Calicute foi anunciado que o MPF vai usar instrumentos de colaboração internacional para rastrear o dinheiro que Cabral e sua quadrilha esconderam no exterior. Já adiantei aqui no blog que devem começar por Delaware, paraíso fiscal de offshores nos Estado Unidos, procurando o senhor Bruce Woods, que está por trás do esquema de lavagem de dinheiro de Cabral e Sérgio Côrtes. Vão descobrir que os números falados até agora sobre o esquema de corrupção de Cabral são apenas um aperitivo no meio de um banquete.

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07/12/2016 16:40
Reprodução do Extra
Reprodução do Extra


As imagens que todos viram ontem, e que nós reproduzimos no blog, de policiais militares nas janelas da Igreja de S. José, ao lado da ALERJ, atirando bombas e disparando tiros de balas de borracha contra os servidores estaduais provocaram grande indignação na opinião pública e repercutiram muito mal nas redes sociais. Por esse motivo o comandante da PM, coronel Wolney Dias foi pedir desculpas pessoalmente ao arcebispo D. Orani Tempesta, que disse que isso não pode se repetir. Nem na ditadura militar a repressão invadia igrejas para atirar bombas em manifestantes. E até hoje de manhã a PM dizia que não tinha feito nada errado. E não se justifica o uso da froça desproporcional que a PM utilizou ontem contra os servidores. O episódio da invasão da igreja mostra o desespero do governo Pezão, além de provocar mais indignação contra o desgovernador do Rio.



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07/12/2016 15:34


A deputada federal Clarissa Garotinho se filiou ao Partido Republicano Brasileiro (PRB), nesta terça-feira (06), na liderança do partido na Câmara dos Deputados. Clarissa foi convidada para ingressar na legenda pelo senador e prefeito eleito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella.

No ato da filiação, Clarissa foi recebida pelo presidente licenciado do partido Marcos Pereira, ministro de Indústria, Comércio Exterior e Serviços e pelo presidente em exercício, Eduardo Lopes. Para Lopes, “Clarissa é muito boa de debate, defende seus posicionamentos com muito bom senso e defende suas posições e propostas”.

Já a deputada Tia Eron (BA) afirmou que “demorou demais para Clarissa vir para o PRB. Estou muito feliz com a filiação dela. A presença dela representa a importância da mulher na política”. O deputado Cleber Verde (MA) explicou que na legenda “Clarissa encontrará liberdade em um grande partido. A vinda de Clarissa é motivo de muita alegria”.

Segundo Crivella, “Clarissa foi a deputada mulher mais votada da história do Rio de Janeiro. Confio plenamente em Clarissa pelas suas lutas cotidianas. O povo está do nosso lado. Clarissa nos ajudou muito a nossa vitória no Rio. Ela é incansável, respeitada e tem muito prestígio”.

“Fui muito bem recebida e acolhida aqui. Meu perfil é do diálogo e de trabalhar junto. Vim para somar com essa família. Mesmo tendo recebido outros convites, escolhi crescer de forma consistente junto com PRB. Temos as mesmas bases populares e o mesmo objetivo de cuidar das pessoas”, finalizou Clarissa.

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07/12/2016 14:22
Reprodução do Radar online, da Veja
Reprodução do Radar online, da Veja


A questão diz respeito ao fato de que Zveiter já foi presidente do Tribunal de Justiça do Rio, e uma brecha foi criada lhe permitindo disputar novo mandato. O caso está na pauta de hoje do STF, que vai começar pelo julgamento da liminar que decidiu o afastamento de Renan Calheiros.

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07/12/2016 13:45
Reprodução do Globo online
Reprodução do Globo online


Sinceramente o timing do Palácio do Planalto para a divulgação do projeto da Reforma da Previdência não podia ter sido pior. Eu sei que o governo está preocupado com a perda de confiança e quer mostrar serviço ao mercado interno e externo, mas, convenhamos, no momento em que o povo vai às ruas contra a corrupção e que uma crise atinge o Senado, com a decisão pelo afastamento de Renan Calheiros, mexer no vespeiro da Previdência é uma risco mal calculado. As centrais sindicais já estão repudiando o projeto e vão para as ruas. Vai juntar a indignação contra a corrupção e contra o Congresso com a reforma da Previdência, além da crise, é claro. A população vai juntar tudo e vai sobrar para o governo.


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07/12/2016 12:31
Reprodução da Veja
Reprodução da Veja


O juiz Marcelo Brêtas, que decretou a prisão de Adriana Ancelmo, que está Bangu, afirma na sua decisão: “A prisão preventiva de Adriana Ancelmo permitirá pôr termo ao ‘ciclo delitivo’ da organização criminosa e da lavagem e ocultação de ativos ora apontados, empreendida de forma disseminada e ostensiva pelos envolvidos.”

Em depoimento à PF e ao MPF, a gerente financeira do escritório de Adriana Ancelmo revelou que semanalmente, Luiz Carlos Bezerra, lotado na ALERJ e grande amigo e companheiros de farras de Cabral pela Europa, todas as sextas-feiras levava uma mochila com R$ 300 mil para a ex-primeira-dama. Eram R$ 300 mil em dinheiro vivo semanalmente na mão de Adriana Ancelmo.

Os gastos mensais de Cabral e Adriana com cartões de crédito chegava a R$ 300 mil, e não esqueçam que a maioria dos gastos era em dinheiro vivo.

Uma assessora de Cabral que cuidava das despesas da família contou que recebia dinheiro vivo das mãos de Luiz Carlos Bezerra e que os gastos mensais ficavam em torno de R$ 220 mil.

Logo chegamos a uma conta que mostra bem a vida de milionário que Cabral e Adriana levavam. Só com despesas da família e cartões de crédito torravam mais de meio milhão de reais mensalmente. Fora as compras de luxo pagas em dinheiro vivo. Debochavam da cara de todos nós.

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07/12/2016 10:54


Me encontro em estado de perplexidade. Ontem na Câmara dos Deputados, o deputado Sérgio Zveiter discutiu com minha filha, a deputada federal Clarissa Garotinho. Ele insistia na tese que eu organizei um ato contra seu irmão em Niterói que quase terminou em linchamento, e aos gritos, em tom de ameaça afirmou a Clarissa: “Seu pai é inimigo. Vai ver como é bom ter a família Zveiter como inimiga”. Sinceramente não sei a quem pedir proteção já que o novo presidente do Tribunal de Justiça do Rio diz que vai me processar e o irmão dele diz que sou inimigo da família. O deputado Sérgio Zveiter participou da base política de sustentação do governo Sérgio Cabral, denunciado por mim, como todos sabem, há muitos anos. Ele quando faz tal afirmação não fala só por ele, mas por um grupo cujo chefe está na cadeia.

A Lei Orgânica da Magistratura impede que juiz tenha atividade político-partidária. O desembargador Zveiter quase perdeu o cargo uma vez por ter colocado no site do tribunal um vídeo de apoio à candidatura de seu irmão, escapou por um voto. Foi durante o governo Cabral que ocorreu a aprovação da Lei dos Fatos Funcionais. Em meio ao recesso parlamentar de 2009, a ALERJ aprovou a lei e logo em seguida Sérgio Cabral sancionou. A lei permite que um magistrado do Rio ganhe acima do teto constitucional de R$ 33.763. Um recente levantamento mostrou que 98,5% dos magistrados do TJ-RJ recebem acima do teto. Conhecida como lei Zveiter, os juízes passam a ter direito a receber auxílio-saúde, auxílio-moradia, auxílio-educação, auxílio-alimentação, adicionais por acúmulo de função e por dar aulas, além de outras vantagens. Os valores dos benefícios variam de R$ 850 a R$ 5 mil. Não há nada que traga mais felicidade a qualquer ser humano, não apenas juízes e desembargadores, do que dinheiro no contracheque. No mês de maio um desembargador que prefiro preservar o nome para não criar mais polêmica recebeu R$ 150 mil, tudo dentro da legalidade pela Lei dos Fatos Funcionais. Há dentro do Tribunal de Justiça do Rio em relação ao desembargador Zveiter dois sentimentos, um é de gratidão e o outro é de temor reverencial pelo seu poder.

Reafirmo que embora tenha muitos motivos para ser contra o desembargador Luiz Zveiter pelas perseguições que faz à minha família há muito tempo, direta ou indiretamente, no caso da manifestação de Niterói não tenho nada com isso, e mais uma vez para provar que não insuflei a multidão que parou em frente ao prédio dele em reproduzo matéria independente feita pelo SBT. Havia uma manifestação contra a corrupção, como em dezenas de cidades pelo país afora, na hora Zveiter voltava de uma caminhada pelo calçadão de Icaraí e foi reconhecido pelos manifestantes, nada mais do que isso. Vejam vocês e tirem suas conclusões.

Só deixo uma pergunta no ar: quem vai me defender das ameaças da família Zveiter?




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07/12/2016 09:32




Como podem ver no vídeo acima, feito ontem à noite, não há outra palavra para definir o que ocorreu na Assembléia Legislativa: VERGONHA! E afirmo isso por vários motivos. O primeiro foi o uso desproporcional da força para conter uma manifestação na ALERJ, que em tese deveria ser a Casa do Povo. Segundo porque as medidas propostas pelo governador Pezão não resolvem o problema do Estado e aprofundam a crise das finanças, acabam com programas sociais numa hora em que o povo passa por dificuldades e algumas delas têm caráter nitidamente demagógico. Uma das medidas é a redução do salário do governador e dos secretários, isso representa 0,000000001% das despesas que precisam ser cortadas, pura demagogia achando que os funcionários públicos são idiotas.

O pacote não toca na raiz do problema da falência dos cofres públicos que está no uso de precatórios para compensar dívidas e pagar impostos correntes, as terceirizações escandalosas que ocorreram especialmente nas áreas de saúde, segurança e educação, que precisam ser revistas, e toca levemente na farra dos incentivos fiscais, mas continua mantendo isenções concedidas a termas, joalherias e outros setores que não contribuem para o crescimento do nosso estado. E claro, não revê o código de conduta ética das altas autoridades do Estado, implantado de mentirinha por Sérgio Cabral depois que o helicóptero caiu na Bahia para dar aparência de seriedade à sua safadeza com o dinheiro público do Estado. A corrupção causou prejuízo quase igual a todos os itens que citei.

Ou Pezão põe em prática uma comissão de ética independente, sem nenhum membro de seu governo, para apurar a conduta do seu secretariado e a sua própria ou vai fazer o que Sérgio Cabral fez quando nomeou Regis Fichtner para investigar os contratos da Delta logo depois que retornaram de uma festiva farra em Paris com Fernando Cavendish.


Julio Lopes, Fernando Cavendish e Regis Fichtner em Paris
Julio Lopes, Fernando Cavendish e Regis Fichtner em Paris


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06/12/2016 18:21


No dia 4 de novembro protocolei junto à Procuradoria Geral da República em Brasília uma notícia-crime reiterando as denúncias que havia feito contra Sérgio Cabral e outros no ano de 2012.




Para minha surpresa no dia em que fiz a reiteração recebi informação dada pela PGR que meu documento protocolado em 2012 não estava sendo encontrado. Maior ainda foi minha surpresa quando recebi, datado de 28 de outubro, uma resposta da Procuradoria, assinada pelo Subprocurador remetendo para o Rio de Janeiro os autos que ele disse que não havia encontrado no dia 4 de novembro.




No documento o Subprocurador pede o arquivamento da denúncia em relação a Pezão, alegando que a desapropriação da casa de sua cunhada em Barra do Piraí, feita através do decreto 42.269 no dia 29 de janeiro de 2010, quando estava substituindo Sérgio Cabral que viajava ao exterior, seria no máximo um caso de improbidade administrativa, e não de ação penal. E manda que todos os outros fatos contra Sérgio Cabral e outros 25 denunciados, além de Pezão, sejam apurados pela Procuradoria Geral da República no Rio, pois nenhum deles tem direito a foro privilegiado. Ocorre que um dos denunciados, como poderão ver mais adiante, é o desembargador Luiz Zveiter, que detém foro especial de prerrogativa junto ao STJ. Não sei se por equívoco ou por confusão de datas, mandaram arquivar no dia 28 de outubro uma representação que deu entrada no dia 4 de novembro, tudo no ano de 2016.

No dia de hoje protocolei duas petições através de minha advogada, dra. Raquel Acherman. A primeira, como poderão ver abaixo, na própria Procuradoria Geral da República em Brasília por um motivo óbvio: a denúncia contra o governador Pezão ocupa pelo menos 7 dos 95 capítulos da notícia-crime apresentada no dia 4 de novembro, não se restringindo ao fato da desapropriação.




Simultaneamente, protocolei junto à Procuradoria Geral da República no Rio de Janeiro, como reproduzo abaixo, uma petição pedindo a marcação de audiência para que eu preste esclarecimentos e junte farta prova documental contra os denunciados que não detêm foro privilegiado.




Embora há 10 anos esteja denunciando Cabral e sua gangue, e a Procuradoria Geral da República em Brasília já estivesse de posse desses documentos desde 2012, como puderam ver acima, espero que minhas duas solicitações de hoje não tenham o mesmo destino da denúncia apresentada naquela época, quando era deputado federal. Ou seja, uma resposta quatro anos depois, assim mesmo após um pedido feito no dia 4 de novembro, reiterando os fatos criminosos que envolvem pessoas públicas que já estão presas e outras que saquearam os cofres do Estado do Rio de Janeiro. No caso específico do desembargador Luiz Zveiter, que ao se eleger presidente do TJ-RJ já avisou que vai me processar, espero que a audiência com os procuradores aconteça o quanto antes possível, pois tenho receio de ser vítima de outra prisão ilegal e arbitrária como sofri dias atrás, e que causou sérios transtornos à minha saúde e à minha família.

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06/12/2016 17:11
Reprodução da Folha de S. Paulo
Reprodução da Folha de S. Paulo


A Mesa Diretora do Senado decidiu ignorar a decisão do ministro do STF, Marco Aurélio Mello, que determinou o afastamento de Renan Calheiros da presidência do Senado. Está aberta uma crise entre o Senado e o STF. É uma situação muito grave. Amanhã (quarta), o plenário do Supremo vai analisar a decisão que mandou afastar Renan. É pouco provável que até lá, a Mesa Diretora do Senado, seguindo a orientação do próprio Renan cumpra a decisão judicial que está em vigor. É uma crise sem precedentes.

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06/12/2016 16:05
PM invade igreja para atirar bombas em manifestantes
Policial militar atira bomba da janela da Igreja de S. José
Policial militar atira bomba da janela da Igreja de S. José


Lamentável o que está acontecendo no Centro do Rio de Janeiro. As ruas em volta da ALERJ se transformaram numa praça de guerra há mais de duas horas, com bombas de gás e efeito moral, além de tiros de balas de borracha sendo disparados contra os manifestantes a todo o instante. Rojões e pedras também foram jogados contra os policiais que fazem a segurança do Palácio Tiradentes, sede da ALERJ. O Batalhão de Choque invadiu a Igreja de S. José, que fica ao lado, e usaram as janelas do segundo andar para atirar bombas contra os servidores que estão perto do Fórum e na Rua São José.




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